METODOLOGIA APROFUNDADA — LOGS E CONFERÊNCIA ELEITORAL 2026-10-07T14:25:34.679325+00:00 Testar hipóteses de manipulação e explicações operacionais com evidência reproduzível; a conclusão pode ser positiva, negativa no escopo ou inconclusiva. 1. Preservação e escopo Congelar cada corte, origem, SHA-256, identidade UF/município/zona/seção, versão, equipamento e status. Separar Recebido/Totalizado, reenvios, agregações e Sistema Apurador. 2. Revisão dos 433 casos Abrir arquivos adicionais sem sobrescrever originais. Manter fluxos e relógios separados; verificar referências internas e duplicações. Reconstruir habilitação, suspensão, retomada e conclusão em ordem de arquivo. Pendência original não vira aceita por diagnóstico. 3. Autenticação Relacionar BU, RDV e log ao manifesto e ao VSC correspondente. Verificar hashes, assinaturas HW e SW, cadeia, vigência/revogação e políticas. MAC SipHash exige método/chave de verificação autorizados; 16 caracteres presentes não são autenticação. Registrar o que não puder ser verificado. 4. Recontagem e totalização Cruzar RDV e BU da mesma versão/cargo, incluindo brancos, nulos e tipos suspensos documentados. Reconciliar seção→município→UF→Brasil e destinação efetiva. Logs não identificam candidatos nem pessoas; RDV não fornece ordem de votação. 5. Evidência independente Confrontar BU impresso/QR e ata de encerramento, comparecimento e filas, registros de preparação/substituição, correspondência efetivada e movimentação da mídia. Preservar proveniência. Identificadores pessoais não entram na publicação. 6. Ampliação e controles Manter todos os 3.810 casos acima de 90%, simetricamente para todas as candidaturas. Começar com quatro controles técnicos por UF/DF abaixo ou iguais a 90%, congelados antes de ler seus logs. Ampliar a varredura por falhas de contagem, identidade, assinatura, documentos e versões, independentemente da margem. Registrar fontes ainda ausentes; novos casos entram em nova edição. 7. Análise estatística Comparar seções do mesmo local e grupos por turnout, tamanho, modelo/software, reinícios e contingências. Separar revisão dirigida e amostra de controle. Pré-registrar testes, exclusões e correção de múltiplas comparações antes de inferência; taxas anômalas não são probabilidade de fraude. Não adotar mínimo universal de dois minutos. 8. Decisão e impacto Classificar cada item como explicado no escopo, pendente documental/técnico ou divergência material reproduzível. Quantificar votos comprovadamente divergentes sem dupla contagem; votos sob revisão não são votos fraudulentos. Submeter achados materiais à revisão técnica independente antes de conclusões ou encaminhamento. Controles congelados: 108; inventário logs-controles-inventario-8088b878f66cd732.json; SHA256 8088b878f66cd7327995d0fe76dd26abb773b71169fa365195c671b4d79b6f6d. Cobertura declarada, recontagens e autenticação concluídas ou limitações explícitas, pendências materiais resolvidas/documentadas, evidência independente e revisão. Não prometer sim/não nacional com fontes faltantes. Fontes: https://www.tse.jus.br/eleicoes/eleicoes-2026-content/arquivos/log-do-ecossistema https://www.tse.jus.br/eleicoes/urna-eletronica/seguranca-da-urna/como-realizar-auditoria